tiragem n.º 001 · duotone: tinta + fluor 021 · edição contínua
open calls, sieved.
registo ok▼ roda o rolo — faz scroll
folha 2/3 — a imprimir…
o procedimento.
captura
Capturas de ecrã às duas da manhã, newsletters que juraste que ias ler, 136 fontes que ninguém devia ler por inteiro. Cai tudo no mesmo funil, sem juízos.
crivo
Todos os dias às 07:00, uma máquina lê o que tu já não ias ler. O que não encaixa, cai. O que encaixa chega com o porquê escrito: um critério sem motivos é só uma opinião.
rascunho
A candidatura redigida com a tua voz, na língua da convocatória, com as lacunas assinaladas e a lista exata do que falta. Tu revês, tu assinas; a máquina não entra nos créditos.
passagem 1: tinta preta · passagem 2: laranja fluorescente
o método
um crivo não tem opiniões; tem critério.
mexe o rato para sacudir · faz scroll para crivar
passo 01 — o ruído
todas as semanas, centenas de convocatórias.
A maioria não é para ti, e nenhuma to dirá na cara. Alguém tem de as ler todas; preferimos que não fosses tu.
passo 02 — a crivagem
que caia o que tiver de cair.
Expiradas, fora. Fora de perfil, fora. Pay-to-play, marcada com o sinal que merece. Cada descarte leva o motivo escrito, caso um dia nos queiras levar a contrária.
o que sobrevive organiza-se sozinho.
porquê .fail
« Try again. Fail again. Fail better. »
Samuel Beckett — Worstward Ho, 1983
A estatística das convocatórias é teimosa: quase tudo é não. Pusemos o fracasso no domínio por honestidade — e por método. Há duas maneiras de falhar: tarde, caro e às cegas; ou cedo, barato e sabendo porquê. sdz.fail é a segunda.
acesso mediante pedido — como uma convocatória, mas com resposta
pede acesso.
O sdz abre devagar: cada perfil novo é um crivo que é preciso afinar à mão. Diz-nos quem és e o que fazes. Vai ler-te uma pessoa; a única resposta automática desta casa é o comprovativo de receção.